<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="en">
	<id>https://gate.unigre.it/mediawiki/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Tupamba%C3%A9</id>
	<title>Tupambaé - Revision history</title>
	<link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://gate.unigre.it/mediawiki/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Tupamba%C3%A9"/>
	<link rel="alternate" type="text/html" href="https://gate.unigre.it/mediawiki/index.php?title=Tupamba%C3%A9&amp;action=history"/>
	<updated>2026-04-06T01:17:57Z</updated>
	<subtitle>Revision history for this page on the wiki</subtitle>
	<generator>MediaWiki 1.35.7</generator>
	<entry>
		<id>https://gate.unigre.it/mediawiki/index.php?title=Tupamba%C3%A9&amp;diff=112428&amp;oldid=prev</id>
		<title>Juliano Dutra: Created page with &quot;Abambaé y tupambaé, são vocábulos guarani que definem dois sistemas de trabalho e de propiedade dos bienes. Abambaé, pertence ao homem, aquilo que lhe é privado; já o t...&quot;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://gate.unigre.it/mediawiki/index.php?title=Tupamba%C3%A9&amp;diff=112428&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2021-07-09T21:17:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;quot;Abambaé y tupambaé, são vocábulos guarani que definem dois sistemas de trabalho e de propiedade dos bienes. Abambaé, pertence ao homem, aquilo que lhe é privado; já o t...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Abambaé y tupambaé, são vocábulos guarani que definem dois sistemas de trabalho e de propiedade dos bienes. Abambaé, pertence ao homem, aquilo que lhe é privado; já o tupambaé é aquilo que pertence a Deus. Toda a organização da vida produtiva das reduções se realizava em função destes dois conceitos. O abambaé comprendia o lote agrícola ou parcela de terra que era cedido a cada família que a recebida do próprio cacique. Tal parcela de terra era trabalhada durante tres dias da semana e os frutos obtidos eram propriedade exclusiva da família possuidora do lote. Ela podia dispor do produzido com total liberdade; dentro, é claro, das limitações impostas pelo regime reducional. Sepp diz que cada um poderia receber até 50 &amp;quot;sester&amp;quot; (6,5 hectares); mas provavelmente isso variava de acordo com o espírito empreendedor de cada um. O tupambaé, &amp;quot;la hacienda de Dios&amp;quot;, compreendia as terras que pertenciam a comunidade (missionários, enfermos, viúvas, órfãos e também para o acúmulo de sementes para os tempos de epidemias e escassez alimentar); estas terra eram muito mais extensas que as do abambaé. Elas eram propriamente as sementeiras dedicadas ao cultivo em grande escala; a ela pertenciam também as estâncias destinadas a criação de gado. O índio normalmente trabalhava no tupambaé dois dias por semana; se cultiva ali normalmente milho, trigo, arroz, tabaco, cana de açúcar e algodão. (Antonio Sepp, Relación de viaje a las misiones jesuíticas, edición crítica de las obras del padre Antonio Sepp, S.J. misionero en la Argentina desde 1691 hasta 1733 a cargo de W. Hoffmann, t. I, Buenos Aires, 1971, 95-96).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Juliano Dutra</name></author>
	</entry>
</feed>